segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Customer Relationship Manegement (CRM)


A cada ano o mercado está mais competitivo e as estratégias organizacionais para sobreviver nesse cenário são muitas, dentre elas o relacionamento com o cliente é uma das mais valiosas.
A gestão de relacionamento com o cliente ou CRM, sigla em inglês para Customer Relationship Management, consiste em um conjunto de estratégias que visam prever e atender com mais eficiência as necessidades dos clientes, buscando mais proatividade nesta relação por parte da empresa. Segundo Kotler e Fox (1998), adquirir novos cliente pode custar de seis a sete vezes mais que manter antigos cliente.

Sistemas de CRM

Sistemas de CRM são softwares que auxiliam a avaliar melhor o perfil do cliente, consequentemente, dando a empresa uma maior capacidade para lidar com as necessidades de seus clientes, prevendo comportamentos de consumo, desse modo, as chances de fidelizar aquele cliente, ou seja, mantê-lo por períodos mais longos, se torna maior, gerando mais receita para empresa.
Os CRMs trabalham em cima de uma base de dados de clientes e avaliam seus comportamentos, otimizando as vendas por clientes, gerando mais consumo por cliente num período de tempo.
A aquisição de clientes novos é importente, no entanto, além de ser mais oneroso, devido a necessidade de mais gastos com propaganda, é importante para empresa aumentar suas vendas entre clientes ja existentes. Além de comprar mais, clientes satisfeitos também fazem fazem um marketing positivo da empresa, gerando novos clientes, portanto mais receita, essa é outra vantagem dos CRMs, a propaganda boca a boca.

CRMs no Mercado

Esses são alguns CRMs no mercado atualmente:
  • Agendor
  • Ájili
  • AlvoCRM
  • CenterWare CRM
  • Challenger CRM
  • Arivo CRM
  • Oracle Sales Cloud
  • Plusoft
  • Plug CRM 

Referências

  • Wikipédia "Sistemas de gestão de cliente" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_de_CRM> Acessado em 22 de Agosto de 2016. 
  • Wikipédia "Customer Relationship Management" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management> Acessado em 22 de Agosto de 2016.

Enterprise Resource Planning (ERP)



Enterprise resource planning (ERP) é um software responsável por cuidar de todas as operações diárias de um empresa, de modo que seu principal objetivo é organizar o trabalho em uma empresa, manipulando informações referentes a clientes, fornecedores, funcionários, produtos, vendas, compras, pagamentos, impostos entre outras.
O ERP  caracteriza-se por sua divisão em módulos, compartimentando as diversas áreas de uma empresa bem como os níveis organizacionais. O ERP tem funcionalidades que atendem a todos os níveis organizacionais de uma empresa, no entanto, estima-se que apenas 27,5% das funcionalidades do software sejam utilizadas pelas empresas.
Entre os objetivos atingidos pelas empresas com a implantação de ERPs pode-se citar: redução de estoques, redução de pessoal, aumento da produtividade, redução no tempo de ciclo de ordens, redução de custos de TI, melhorias em processos de suprimentos e aumento das receitas.
O mercado brasileiro de ERPs é o segundo que mais cresce globalmente. Os principais sistemas de ERP atuantes no mercado são:
  • SAP
  • Oracle
  • Infor
  • Lawson Software
  • Microsoft
  • Unit 4 Agresso
 Os ERPs ocupam um parcela significativa do mercado de TI, sendo responsável pela movimentação de bilhões, devido ao alto custo para sua implantação e manutenção. Estima-se que em 2012 o mercado de ERPs movimentou uma cifra de US$ 24,5 bilhões, dos quais US$1,6 bilhões na américa latina com participação brasileira de US$ 940 milhões.
As palavras de ordem são adaptação e inovação. É indispensável que as organizações se adaptem aos novos tempos se pretendem se expandir ou até mesmo para simplesmente permanecerem nos patamares atuais. E inovar é o caminho que, se bem trilhado, pode permitir que as empresas entreguem mais valor aos seus clientes, a seus próprios acionistas e à sociedade como um todo.

Tipos de Sistemas de Informação


Uma empresa é uma entidade complexa, com diversos níveis organizacionais, cada um exigindo competências específicas de seus funcionários, portanto exigindo um ferramental específico que atenda a cada necessidade. Tal realidade se aplica ao nível dos sistemas de informação utilizados na empresa.
Podemos dividir uma empresa em três níveis organizacionais: operacional, tático e estratégico. Para cada nível organizacional existe um tipo específico de sistema de informação, no nível operacional temos os sistemas de processamento de transações (SPT), em relação ao nível tático, temos dois tipos de SI, sistemas de informação gerencial (SIG) e sistemas de apoio à decisão (SAD). Ainda há o nível estratégico, este amparado por sistemas de informação executiva (SIE).

Sistemas de Processamento de Transações (SPT)

O principal objetivo desses sistemas é acompanhar o fluxo de transações através da organização. Os SPTs são sistemas de suporte para as atividades rotineiras que servem ao nível operacional de uma organização, como por exemplo, monitoramento das atividade diárias, controle de estoque, contabilidade, sistemas de cobrança e pagamento de contas, folha de pagamento, atendimento a clientes, fluxo de materiais entre outros. Os SPTs capacitam as organizações a executar suas atividades mais importantes de forma mais eficiente.

Sistemas de Informação Gerencial (SIG)

São sistemas ou processos que fornecem informação necessária para um gerenciamento eficaz das organizações. Os SIGs oferecem informação no formato de relatório a gerentes do nível intermediário, que auxiliam e dão suporte, no planejamento, organização e controle de operações.
Um SIG  produz basicamente três tipos de relatórios:
  • Relatórios de rotina: São produzidos em intervalos programados, variando desde relatórios de controle de qualidade por hora, até relatórios mensais de taxas de absenteísmo.
  • Relatórios comparativos: comparam o desempenho de diferentes unidades de negócios ou período de tempo.
  • Relatórios de execução: excluem apenas informações que estão fora de padrões de limites. Os sistemas são configurados para monitorar o desempenho, comparar o desempenho real com os padrões e identificar exceções predefinidas.

Sistemas de Apoio à Decisão (SAD)

Decisão é uma escolha entre as possibilidades existentes, considerando o peso de tais possibilidades. Os SADs são sistemas baseados em conhecimento, basicamente, fornecem suporte para que seus usuários tenham uma melhor percepção com relação a tomada de decisões. Utiliza dados, interface gráfica amigável e permite ao tomador de decisão ter sua própria percepção do contexto bem como do problema.

Sistemas de Informação Executiva (SIE)

Um número crescente de organizações investe em sistemas de informação executiva. Os SIEs consistem em uma ferramenta voltada para atender às necessidades de executivos de alto nível dentro de uma organização.
Antes desses sistemas os executivos se baseavam em planilhas e relatórios diversos, o que acabava por atrasar o trabalho de tomada de decisões. Com esses sistemas é possível obter relatórios mais precisos e concisos de forma rápida e eficiente, facilitando as decisões.

Referências

  • Comunidade Brasileira de Sistemas de Informação <http://www.cbsi.net.br/2015/04/tipos-de-sistemas-de-informacao-nas-organizacoes.html> Acessado em 22 de Agosto de 2016.
  • Wikipédia "Sistemas de processamento de transações" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_processamento_de_transa%C3%A7%C3%B5es> Acessado em 22 de Agosto de 2016.
  • Infoescola "Sistema de Informação Gerencial" <http://www.infoescola.com/administracao_/sistema-de-informacao-gerencial/> Acessado em 22 de Agosto de 2016.
  • Wikipédia "Sistema de Apoio à Decisão" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_suporte_%C3%A0_decis%C3%A3o> Acessado em 22 de Agosto de 2016.
  • Infoescola "Sistema de informação executiva" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_suporte_%C3%A0_decis%C3%A3o> Acessado em 22 de Agosto de 2016.

Redes de Computadores


Os primeiros estudos sobre redes de computadores começaram na década de 60, num contexto histórico de preocupação com ataques de guerra, a motivação principal era militar. Naquele período a principal rede de comunicação era a telefônica, no entanto, havia uma preocupação com a descentralização geográfica das informações, principalmente, por medo de ataques, era necessário garantir que a comunicação entre bases militares fosse segura.
Atualmente, o principal obetivo das edes de computador é garantir a eficiência das comunicações necessárias nas grandes empresas, num mercado cada vez mais competitivo, o tempo é sinônimo de grandes somas de dinheiro.

O que é?

Uma rede de computadores é um conjunto de dois ou mais dispositivos, nós, que usam um conjunto de regras, protocolos, em comum para compartilhar recursos entre si, através de uma determinada conexão, podendo ser através de: fio de cobre, fibra ótica, ondas de rádio e também via satélite.
Como exemplo de redes podemos citar a internet, a intranet de uma empresa ou uma rede local doméstica.

Protocolo

Um protocolo de rede é um conjunto de regras que de determinam os moldes da comunicação entre os dispositivos conectados em uma rede, ele determina quais procedimentos e de que forma a comunicação deve se dar.
Como exemplo de protocolos podemos citar o TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol), um protocolo para determinar o contrele de transmissão e o FTP (File Transfer Protocol), um protocolo para transmissão de arquivos entre computadores.

Tipos Básicos de Redes

Existem diversos critérios sob os quais podemos classificar uma rede de computadores, vamos nos limitar áquele referente ao local que a rede ocupa, e de acordo com tal critério uam rede pode ser:
  • Rede local (LAN - Local Area Network): Qualquer rede com um raio de 10km ou menos. Muito usadas para conectar computadores em uma sala, escritórios, prédios ou mesmo campus universitário.
  • Rede metropolitana (MAN - Metropolitan Area Network): Interliga várias redes geograficamente próximas até algumas dezenas de quilômetros.
  • Rede de longa distância (WAN - Wide Area Network): Uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com frequência um país ou continente, conectando dispositivos através de uma vasta área geográfica.
  • Rede Pessoal (PAN - Personal Area Network): Uma rede doméstica que liga recursos diversos ao longo de uma residência.
  • Rede global (Global Area Network):  Coleções de redes de longa distância ao longo do globo.


Referências

  • Wikipédia "Redes de Computadores" <https://pt.wikibooks.org/wiki/Redes_de_computadores/Introdu%C3%A7%C3%A3o> Acessado em 22 de agosto de 2016.
  • Wikipédia "Rede de longa distância" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_de_longa_dist%C3%A2ncia> Acessado em 22 de agosto de 2016.
  • Wikipédia "Redes de computadores história" <https://pt.wikibooks.org/wiki/Redes_de_computadores/Hist%C3%B3ria_da_Internet> Acessado em 22 de agosto de 2016.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Data Warehouse


Data warehouse é um depósito de dados digitais que serve para armazenar informações detalhadas relativamente a uma empresa, criando e organizando relatórios através de históricos que são depois usados pela empresa para ajudar a tomar decisões importantes com base nos fatos apresentados.

O conceito de data warehouse (ou armazem de dados) surgiu na década de 80, a principio, como um conceito acadêmico, posteriormente implementado como um sistema de computação utilizado para armazenar informações relativas a atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. Atualmente este conceito vem sendo empregado em larga escala, podendo-se dizer que se tornou imprescindível aos Sistemas de Informação.

Já falamos da importância dos bancos de dados no nosso cotidiano e de como o armazenamento de informações de forma ordenada por parte de grandes empresas é essencial, é fato consumado que estas informações precisam estar dispostas de forma que o usuário possa acessá-las de forma prática e segura, agilizando assim a tomada de decisões. A fim de atender à esta necessidade utilizamos o data warehouse, que possibilita a análise de um grande volume e dados sem a perda de informações, possibilitando uma melhor análise de eventos passados, oferecendo suporte às tomadas de decisões presentes além, de organizar os mesmos de a cordo com necessidades específicas. 


Data Marts 
Data Warehouse são acessados a partir de data marts, são pontos específicos de acesso projetados para responder prováveis perguntas de um tipo específico de usuário.
 

Referências

  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011.
  • Wikipédia. "Armazém de dados" Disponível em <https://pt.wikipedia.org/wiki/Armaz%C3%A9m_de_dados> Consultado em 19 de Agosto de 2016.

Banco de Dados e SGBD


Banco de dados são coleções de informações que se relacionam de forma a criar um sentido. São de vital importÂncia para empresas, e há duas décadas se tornaram a principal peça dos sistemas de informação. Normalmente funcionam por vários anos sem alteração em sua estrutura.
Um banco de dados permite pôr dados à disposição de usuários para uma consulta, uma introdução ou uma atualização, assegurando-se dos direitos atribuídos a estes últimos. Isso é ainda mais útil quando os dados informáticos são cada vez mais numerosos.
Um banco de dados pode ser local, quer dizer utilizável em uma máquina por um usuário, ou repartida, quer dizer que as informações são armazenadas em máquinas distantes e acessíveis por rede.
A vantagem essencial da utilização dos bancos de dados é a possibilidade de poder ser acessada por vários usuários, simultaneamente. 
Podemos conceituar um banco de dados como um conjunto de quatro componentes básicos: dados, hardware, software e usuário.

 Abstração

O objetivo de um sistema de banco de dados é isolar o usuário dos detalhes internos do bando de dados, promovendo uma independência dos dados em relação às aplicações.
Essa abstração se da em três níveis:
  • Nível de visão do usuário: as partes do banco de dados que o usuário tem acesso de acordo com a necessidade individual de cada usuário ou grupo de usuários;
  • Nível conceitual: define quais os dados que estão armazenados e o relacionamento entre eles;
  • Nível físico: é o nível mais baixo de abstração, em que define efetivamente de que maneira os dados estão armazenados.

Modelos de Base de Dados

 Os modelos de bases de dados são um conjunto de regras e métodos que permitem representar conjuntos de dados especificando as relações entre cada um deles. Exitem vários modelos de bases de dados, são eles:
  • Modelo Plano (ou tabular): Consiste matrizes simples, bidimensionais compostas por elementos de dados: inteiros, números reais, etc.
  • Modelo em Rede: Permite que várias tabelas sejam usadas simultaneamente através do uso de apontadores, referências. Algumas colunas contêm referências para outras tabelas ao invés de dados, ligando as tabelas por referência.
  • Modelo Hierárquico: Trata-se de uma variação do modelo em rede, no entanto, limita as relações a uma estrutura semelhante a uma árvore ao invés do modelo mais tradicional de grafo.
  • Base de Dados Relacional: consistem, principalmente de três componentes: uma coleção de estruturas de dados, nomeadamente relações, ou informalmente tabelas; uma coleção dos operadores, a álgebra e o cálculo relacionais; e uma coleção de restrições da integridade, definindo o conjunto consistente de estados de base de dados e de alterações de estados. As restrições de integridade podem ser de quatro tipos: domínio (também conhecidas como type), atributo, relvar (variável relacional) e restrições de base de dados.

Gestão de Banco de Dados - Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD)

 Para administrar uma base de dados, bem como manipular os dados ali contidos, faz-se uso de um sistema de gestão de bando de dados (SGBD), ou data base manegement system (DBMS), consiste em um conjunto de programas de computador responsáveis pelo gerenciamento de uma base de dados, pode-se dizer que é uma camada de interface entre a base de dados e o usuário, responsável por permitir o acesso aos dados de maneira simples, autorizar o acesso a múltiplos usuários, inserção de novas informações, supressão e modificação.

Exemplos de SGBD

  • PostgreSQL
  • Firebird
  • HSQLDB
  • MySQL
  • MariaDB
  • Oracle
  • SQL-Server
  • TinySQL
  • Microsoft Access 

Referências

  • LAUDON, K. C e LAUDON, J. P. Sistemas de Informação Gerenciais. 9ª. Edição. Pearson, 2011
  • Wikipédia "Banco de Dados" <https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_gerenciamento_de_banco_de_dados> Consultado em 19 de agosto de 2016



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Computação em Nuvem (Cloud Computing) e Fog Computing


E se houvesse uma forma de você usufruir de recursos como armazenamento de arquivos, programas e outros serviços computacionais de modo remoto, de qualquer lugar do mundo, a partir de qualquer computador, sem a necessidade de instalação de programas?
A computação na nuvem ou cloud computing, em inglês, consiste em um modelo computacional em que recursos como armazenamento de arquivos, programas estão disponíveis para um usuário a partir de qualquer computador, independentemente da plataforma utilizada, o único requisito é um computador compatível com os recursos que serão disponibilizados através da internet.
Os especialista consideram essa tecnologia como a nova fronteira na era digital, e grandes empresas, como Amazon, Oracle, Google, IBM e Microsoft já iniciaram esforços com intuito de adquirir suas parcelas nesse mercado, dentre os principais serviços oferecidos podemos citar: servidor cloud, hospedagem de sites em cloud, load balancer em cloud e email em cloud.

Classificação

Conforme o tipo de serviço em nuvem fornecido, podemos classificar a computação em nuvem em:
  • IaaS - Infrastructure as a service ou infraestrutura como serviço (em português): quando se utiliza porcentagem de um servidor como serviço.
  • PaaS - Plataform as a service ou plataforma como serviço (em português): utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados por exemplo.
  •  DaaS - Development as a Service ou desenvolvimento como serviço (em português): as ferramentas de desenvolvimento tomam forma na computação em nuvem como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based.
  • SaaS - Software as a service ou software como serviço (em português): uso de um software através da internet.
  • CaaS - Communication as a service ou comunicação como serviço (em português): uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.
  • EaaS - Everything as a service ou tudo como serviço (em português): quando se integra  infraestrutura, plataformas, software, suporte e tudo que envolva tecnologia da informação como um serviço.
  • DBaaS - Data Base as a  service ou banco de dados como serviço (em português): quando se utiliza a parte de servidores de banco de dados como serviço.

Vantagens

A principal vantagem da computação em nuvem e a possibilidade de utilizar programas sem que estes estejam instalados no computador, mas pode-se citar outras:
  • O usuário não precisa se preocupar com sistemas operacionais e questões de hardware, podendo acessar seus dados na nuvem independente de tais questões.
  • Uma vez que as informações se encontram armazenadas num mesmo lugar, concentradas na nuvem computacional, o compartilhamento de arquivos se torna mais fácil, facilitando o trabalho corporativo.
  • Maior economia com serviços computacionais, pois os serviços em nuvem, quando pagos, são cobrados sob medida de acordo com o que o usuário utilizou.
  • Facilidade e conveniência de poder acessar os recursos de qualquer lugar, de forma remota.
  • A infraestrutura necessária para uma solução de computação em nuvem é bem mais enxuta do que uma solução tradicional de hospedagem ou alojamento, consumindo menos energia e espaço físico.
  • Diminui a necessidade de manutenção da infraestrutura física de redes e também de instalação de softwares.

Desvantagens

A maior desvantagem no uso deste modelo computacional é a dependência de uma conexão a internet, comprometendo em alguns casos a velocidade de processamento, pois caso seja necessário uma grande taxa de transferência, se a internet não tiver uma boa banda o sistema pode ser comprometido.

Fog Computing

Em um mundo de conectividade de massa em que pessoas buscam por informação a todo momento, utilizando uma variedade de dispositivos cada vez maior, o volume de informações transitando aumenta vertiginosamente a cada ano, tal volume constitui-se num problema para o modelo de computação em nuvem, pois resgatar e enviar informações pode tornar-se cada vez mais lento. Nesse contexto, surge o modelo de computação em nevoeiro ou fog computing, em inglês, uma possível solução para o desafio da computação em nuvem.
O fog computing é um modelo computacional em que informações, processamento e aplicações estão concentradas em dispositivos de borda de rede ao invés de estarem inteiramente concentrados numa nuvem. Isso significa que a informação pode ser processada localmente ao invés de ser enviada para uma nuvem para só então ser tratada. A fog computing é uma abordagem interessante para lidar com o crescente número de dispositivos conectados a internet.
Enquanto a nuvem está em algum lugar distante e remoto do céu, abstrato, o nevoeiro está perto do chão, bem onde as coisas estão sendo feitas. Ele não consiste de servidores poderosos, mas de computadores mais fracos e dispersos, do tipo que está sendo vendido para aparelhos, fábricas, carros, postes de iluminação e qualquer outra parte de nossa cultura material.